domingo, 29 de agosto de 2010

Um abraço de presente

Aniversário do João Wilson, cara gente fina, que ama a Luisa, filha do Veveu, que é meu irmão e pai da Hildinha, da Clarinha e do Pedro, que são primos do Lucas e do Pedro Vitor, que agora namora a Marina, assim como o Ricardo namora a Hildinha, que é minha afilhada, que é tia desse menininho chamado Ernesto, que abraçou gostoso o tio-avô, que é amado e ama a Fernanda, e ficou morto de feliz com presente tão delicioso acompanhado de brincadeiras, sorrisos, prosa maneira, comida saborosa e sobremesa lambuzenta. Tarde de domingo que, do começo ao quase fim, me deu mais motivos pra gostar de gente e amar a minha gente que me faz mais feliz.

7 comentários:

QuebraCabeça ou EsteLadoParaCima disse...

Flor da Idade
Chico Buarque

[...]
Carlos amava Dora que amava Lia que amava Léa que amava Paulo
Que amava Juca que amava Dora que amava Carlos que amava Dora
Que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava
Carlos amava Dora que amava Pedro que amava tanto que amava
a filha que amava Carlos que amava Dora que amava toda a quadrilha

http://www.youtube.com/watch?v=p9uz19TlD38

nanpaula disse...

Esse menininho tão querido que também é muito amado aqui pras bandas de Sobral. Ô inveja desse abraço!!
E eu sou a Ana Paula, mãe do Lucas, que também é muito querido. Ô saudade danada!!

Luisa disse...

Ohhh!!

Adorei! :)
mande as outras fotos!! acho que tem que gravar num CD..

Sou Luisa, mãe do Ernesto, que ama o João Wilson, o aniversariante!!

Clara disse...

E eu sou a Clara, sobrinha, prima, irmã, cunhada, tia, amiga! Eita!

Anônimo disse...

Putz, Inácio!
Como os tempos mudam. E que bom!
Tô lembrando daquela época em que nós, jovens estudantes revoltados e certos que mudaríamos o mundo, repetíamos que esse negócio de família era invenção da direita e do Capitalismo para manter o "status quo".
Ainda bem que tivemos o discernimento de reconhecer o erro, ainda em vida, a tempo de curtir essa coisa maravilhosa que é a harmonia e o amor familiar.
Estou bem feliz por vc. Camarada!

Inácio Carvalho disse...

Essa foi uma postagem que me encheu de alegria pelas razões óbvias, completada com a emoção dos comentários deliciosos. Os quatro primeiros comentários são de familiares meu, minha amada Fernanda, minha querida irmã Ana Paula e minha doces sobrinhas Clara e Luisa ( na verdade todas quatro são amadas, doces e queridas), o que demonstra, anônimo camarada, que esse negócio e família comigo nunca foi problema, nem "naquela época", nem nessa atual época, em que já não soumais tão jovem, nem sou estudante, mas não deixem de me indignar e querer mudar o mundo. Pra seu governo, não mudei nem de partido, continuo comunista, do PCdoB. Portanto não tenho nenhum erro a reconhecer, mas tenho a convicção de que aprendi a conviver melhor com as divergências de familiares e doutras pessoas também. E continuo bem feliz. Espeoro que isso aumente ainda mais a sua felicidade.

Anônimo disse...

Valeu, Inácio!
A cada novo post, te admiro mais.
E o seu texto tá cada vez melhor.
Não me expressei bem: o ERRO a que me referi foi meu e de outros alienados militantes da época; vc entrou na frase como o contraponto, como o exemplo a ser seguido; como aquele que não se rendeu aos paradigmas trotskistas.
Permita o desabafo reconhecido e emocionado:
- A família (a minha e a de outros desviados - NÃO é contigo) é tão maravilhosa que, mesmo sofrida e "escanteada", ainda nos recebe de braços abertos.
Como é gostoso um abraço fraterno!
Permaneço no semi-anonimato pois ainda há feridas que não cicatrizaram.
JAM