
Ontem abri meu email e tinha lá uma dica de leitura enviada pelo meu conterrâneo sobralense, amigo de muito tempo e camarada de PCdoB, Gilvan Paiva, que também trabalhou com Fátima. A dica era justamente um artigo da Fátima Pacheco Jordão, publicado pela Agência Patrícia Galvão, falando sobre a definição do voto feminino nas campanhas eleitorais. Não há muita novidades para quem já conhecia as opiniões da Fátima, mas é um manual para qualquer pessoa que deseje entender mais uma razão das mulheres serem tão importantes na vida de qualquer sociedade. Acho que vale a pena você dar uma lida nesse texto onde a Pachequinha aplica seus conceitos ao cenário da batalha eleitoral em curso no Brasil.
Por que as campanhas precisam falar para as mulheres?
Não só porque são maioria do eleitorado e nem porque nesta eleição há duas candidatas competitivas –Dilma Rousseff e Marina Silva–, mas também porque a cada ano ficam mais evidentes as diferenças de percepção e comportamento entre eleitores e eleitoras.
Historicamente tem-se observado que as mulheres aguardam que o quadro de informações das campanhas esteja mais completo, e só se interessam mais fortemente pelas eleições quando o horário eleitoral gratuito começa e os debates entre os candidatos são realizados. Mais ainda, as eleitoras ficam na expectativa de algo que afete diretamente a vida da população, como propostas para a saúde, educação, desemprego e segurança, entre outras. Pela experiência das campanhas anteriores, sabe-se que esse processo de tomada de decisão sobre intenção de voto se dá mais consistentemente durante o período de propaganda eleitoral gratuita.
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