Quatro horas de reunião (digitadas nesse momento aí que o Guilherme flagrou quase dois dias depois), um tempinho pra uma prosa e umas piadas, um cafezinho com tapioca e peguei a estrada pra Sobral. Descobri que há mais um caminho pra minha Metrópole, só num sabia que ia saber disso meio na marra. A noite até tava bonita de estrelas e tinha uma lua crescente pra alumiar o caminho, mas percorrer 20 km a uns 40 por hora, numa estradinha carroçável, sem saber onde tava e sozinho, né uma coisa boa não. Me perdi três vezes, mas aparecia sempre uma alma boa pra mandar ir em frente, “é bem aí”. Pois sim, quem conhece o “bem aí” no sertão sabe que na verdade é “bem acolá” e pode esticar o beiço porque é chão! Teve um que disse “Você ta só a alguns metros”. Pois ou ele esqueceu de dizer ou eu não ouvi o prefixo “quilo”, porque eu ainda rodei um bucado pra chegar no distrito de Caracará e logo em seguida pegar a BR 222.
Pois aí eu me dei o direito de parar pra jantar num lugarzinho especial. No Restaurante da “Maria dos Patos” só tinha carne do sol assada ou carneiro cozido, e eu fui na primeira opção. Aimeudeus, um manjar que comi me deliciando, mas também com certa pressa pois tava roxin de saudade do Guilherme, ainda mais depois de falar com ele por telefone e prometer chegar em 40 minutos (se alguém promete algo ou marca prazo com meu menino, cumpra, porque ele cobra mesmo, inclusive os seis minutos que me atrasei por conta da obras na entrada de Sobral). Finalmente em casa encontrei uma turma boa, tomando um vinho na varanda, proseando sobre a viagem da Ana Paula e do Fernando, mas o melhor foi o abraço e o grude do Gui ( tava lá na casa dos primos há quatro dias), que decidiu logo ficar comigo naquela noite.
Tava só começando dois dias muitos legais de trabalho e chamego.
Um comentário:
A prosa está boa, mas...
Não vais arrumar essa cama aí, não?
Bagunceiro!
Postar um comentário