sexta-feira, 1 de abril de 2011

Te manda, Bolsonaro

A milicada golpista gosta de comemorar no dia 31 de março a quartelada de 1964, que jogou o Brasil em 21 anos de ditadura, violentou a democracia, subjugou nossa soberania, gerou mais exclusão social e perseguiu os que não aceitavam a ordem imposta. Mas a verdade é que o golpe aconteceu em 1o de abril e isso está simbolizado justamente na invasão da sede da UNE pelos golpistas, que incendiaram a casa dos estudantes brasileiros. A data é incômoda pros milicos golpistas e agora vai ficando constrangedora porque não faz sentido comemorar, como alguns ainda tentam, um episódio que envergonha a nação.

Entre os saudosistas do golpe está o deputado Jair Bolsonaro que nesta semana ajudou a aumentar ainda mais a rejeição aos ideais da chamada "gloriosa", que agora foi parar no lixo da história. O fascitóide conseguiu num só momento expressar quase tudo de ruim que ele penso. Pensando nisso, mentes sadias do Brasil se movimentam pra mandar o deputado pro pijama. Tem ação na Câmara dos Deputados pra cassar o mandato dele, tem ação na justiça e tem um abaixo assinado. Já que o Bolsonaro não pede pra sair, a gente bota ele pra fora.

Assine aqui e ajude a limpar o Brasil.

2 comentários:

Jeuarez disse...

Cara!! So vi po post agora, excelente comentário, bolsonaro é o símbolo do nazismo corrente no sul do brasil. Eu sou gaúcho e essas criaturas do mal permeiam a sociedade e governo. Por aqui o negócio é foda mesmo!!!

Edu disse...

Esse "golpe" foi apenas um plano americano pra barrar o comunismo que ameaçava se alastrar pelo mundo.Era mais barato, mais rápido e mais garantido até então bancar um golpe militar do que incentivar a educação e a cultura, pq num país onde há instrução e entendimento não há possibilidade alguma das pessoas permitirem que comunistas subam ao poder, ou qualquer outro regime totalitário. ..... Comunismo, Nazismo, teocracia, regimes militares são tudo farinha do mesmo saco.Num país inteligente as pessoas sabem que liberdade, propriedade particular e políticas socias podem ser unificadas.