
O baiano Gilberto Passos Gil Moreira, 66 anos, (agora ex) ministro da Cultura, nunca conseguiu reduzir sua própria figura aos limites do terno e da gravata. A liturgia do cargo, ele tirava de letra. Mas não se continha. Por várias vezes, mandou às favas a cerimônia, o protocolo, os seguranças, e fez uso de sua voz e seu violão, em ocasiões teoricamente destinadas ao ministro, não ao artista.
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