
Ao chegar, com o Chico Lopes e o Uóshton, quem nos recebeu foi um cabra, ou melhor, um cabinha, chamado Artur. Nosso guia também toca contra-baixo na banda Os Cabinha, que por sinal tá disponibilizando na internet seu último CD. Ele nos apresentou o Memorial do Homem Kariri, me levou pra conhecer a gibiteca onde tem mais de dois mil exemplares ( o Guilherme ia pirar com tanta revistinha), as salas de aula, a editora, o estúdio de rádio, o teatro Violeta Arraes ( que estava sendo preparado pra receber as cinzas de sua madrinha falecida recentemente) e depois proseamos sobre o trabalho da Fundação. Quem me conhece sabe do meu querer por criança. Gosto de saber suas histórias criativas e aventuras, de trocar idéias e experiências, por mais simples que sejam e principalmente de admirar suas curiosidades. Pois o Artur é desses cabinhas que conquistam facilmente amigos. Guardou o endereço do Blog Do Carvalho (taí a foto que num me deixa mentir) e nossa amizade continua agora pela internet.
Um abraço pequeno amigo.
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